quinta-feira, 26 de maio de 2011

O que é parasitismo?

Esse post não é sobre parasitologia e sim parasitismo. Minha intenção não é discorrer sobre o ciclo de vida de nenhum parasita e sim sobre a relação ecológica, que particularmente eu acho umas das mais interessantes. Para falar sobre parasitologia necessitaria de muito mais pesquisa. Quem sabe na próxima.

Na há dúvidas que os parasitas são causadores de graves doenças e de acordo com Favaretto e Mercadante (2005) são um importante indicador das condições de vida das populações humanas e que no Brasil são um dos mais sérios problemas de saúde pública. De acordo com Favaretto e Mercadante (2005) a palavra parasita vem do grego para “ao lado” e sitos “comida” ao lado da comida. Favaretto e Mercadante (2005) salienta ainda que essa relação tem um papel muito importante de controle populacional.

A relação hospedeiro-parasita geralmente é específica um servindo de agente de seleção natural do outro caracterizando um caso de co-evolução (FAVARETTO E MERCADANTE, 2005)
Espécies parasitas e hospedeiras estão muito bem adaptadas umas às outras, causando prejuízos relativamente pequenos ao organismo parasitados, pois se o parasita matar seu hospedeiro ele também morrerá. A tendência é a relação parasita-hospedeiro tornar-se equilibrada ao longo de gerações (co-evolução ou co-adaptação) (AMABIS E MARTHO, 2006). Um parasita bem adaptado beneficia-se de seu hospedeiro sem lhe causar prejuízos ou a morte a curto prazo. (FAVARETTO E MERCADANTE, 2005).

A relação parasita-hospedeiro é uma simbiose em que o parasita depende do seu hospedeiro para sobreviver e que segundo Amabis e Martho (2006) foi criado pelo biólogo alemão Heinrich Anton de Bary (1831-1888) e que, também vem do grego, significa syn “juntos” e bios “vida” para demonstrar a relação próxima e interdependente com a comunidade com conseqüências vantajosas ou desvantajosas para pelo menos uma das partes ex. inquilinismo, comensalismo, mutualismo e parasitismo.

Referências bibliográficas

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. - Fundamentos da biologia moderna. 4ª Ed. São Paulo: Moderna, 2006

FAVARETTO, J. A.; MERCADANTE, C. - Biologia. 1ª Ed. São Paulo: Moderna, 2005

domingo, 22 de maio de 2011

Mudando idéias e convicções

Esse blog eu criei pra uma disciplina na faculdade chamada TIE (Tecnologia da Informação na Educação) e eu queria colocar algumas experiências minhas como professor de ciências e biologia. No entanto, não obtive experiência alguma como professor. Mas eu queria falar sobre o post de abertura do blog.

Pois bem, mudei algumas idéias e convicções. Lá eu falo sobre ser Malthusiano, coisa que eu não sou, mas eu escrevi assim: "O problema é que hoje somos muito (não querendo ser Malthusiano, mas ja sendo) todo ecossistema possui o que chamamos de capacidade de carga ou -carga biótica máxima do ambiente -, que é o limite máximo de indivíduos de uma população que o ambiente pode suportar. Ao ultrapassar esse limite começará a faltar alimento e espaço e a população declina e isso vale para todos os animais desse planeta." Mas hoje eu li um artigo que fez com que eu mudasse de idéia "O real é o fictício no desafio da sustentabilidade" - http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000013557.pdf (vá direto para a página 67) - e percebi que realmente que a crise ambiental da falta de alimentos não é o crescimento populacional e nem a degradação dos solos e sim a má distribuição de alimentos e as mentiras contadas pelo capitalismo.

Mas a intenção do blog não é postar achismos - não que isso não possa ser postados eventualmente - e sim o ensino de ciências e biologia, mas vou ficar devendo isso por enquanto.
Prometo estudar e pesquisar materiais didáticos que facilitem o ensino e o torne mais interessante.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Para inaugurar o blog

Muitas vezes quando se fala em educação ambiental, o trabalho fica sempre incumbido ao professor de biologia, que por tratar de degradação ambiental,ecossistemas, ecologia, etc. acreditam que é área do biólogo. Mas vou dizer uma coisinha! As raízes da degradação ambiental transcende tudo isso, vai além de que nossos cérebros simplista podem compreender.

A degradação ambiental (como a conhecemos) não começou hoje, ela vem ocorrendo ao longo de muito tempo, de toda a evolução humana seja ela biológica e/ou cultural. Até então o planeta era capaz depurar tudo o que sujavamos e se regenerar de tudo que destruiamos. O problema é que hoje somos muito (não querendo ser Malthusiano, mas ja sendo) todo ecossistema possui o que chamamos de capacidade de carga ou - carga biótica máxima do ambiente -, que é o limite máximo de indivíduos de uma população que o ambiente pode suportar. Ao ultrapassar esse limite comecará a faltar alimento e espaço e a população declina e isso vale para todos os animais desse planeta.